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A Diretiva RED III vem tornar mais exigentes os critérios de utilização da biomassa para energia. Para que a energia produzida a partir de biomassa conte como renovável, mais instalações terão de demonstrar que esta matéria-prima é sustentável e que o processo de produção de energia cumpre critérios de redução de emissões. Saiba o que muda na valorização energética da biomassa, com a colaboração de Francisco Gírio e João Bernardo.
José Moreira da Silva, engenheiro silvicultor, foi um visionário da gestão florestal sustentável, revolucionou a prevenção de incêndios e dignificou o primeiro Parque Nacional português, mantendo-se sempre atento às pessoas e ao território. Conheça o percurso desta figura marcante, em colaboração com Isabel Moreira da Silva.
Durante três anos, o projeto europeu ResAlliance reuniu investigadores, decisores, produtores e gestores de sete países da bacia do Mediterrâneo para criar e partilhar soluções práticas dirigidas aos desafios climáticos e socioeconómicos que pressionam os territórios agrícolas e florestais da região. Em resultado, foram produzidos recursos práticos e aplicáveis, muitos deles em português, que ajudam a tornar as paisagens mediterrânicas mais resilientes.
O mapeamento do território com recurso à tecnologia LiDAR altera profundamente a qualidade e fiabilidade da informação espacial que apoia o ordenamento do território e a gestão da floresta. Para aprofundar os benefícios proporcionados por este retrato a três dimensões, o Florestas.pt falou com Alexandre Sarmento, especialista em sistemas de informação geográfica e deteção remota.
Num contexto de pressões climáticas e perda de biodiversidade, as soluções naturais podem ser estratégias inteligentes para reforçar os serviços dos ecossistemas e a sustentabilidade em áreas de produção. Laura Torres conta como, no projeto EcoVitis, este reforço resultou da instalação de medronheiros e do consequente incremento das comunidades de insetos no ecossistema.
Os desafios da floresta portuguesa são de ordem ambiental, socioeconómica e estrutural. Alterações climáticas, incêndios rurais, pragas, doenças e espécies invasoras cruzam-se com a fragmentação da propriedade, o abandono rural e a baixa rentabilidade da floresta. Estes e outros fatores podem ser mitigados com respostas integradas dos vários atores envolvidos no território.