Ao introduzir a localização do seu terreno na nova plataforma “A Minha Terra”, o proprietário fica a saber se a parcela se encontra numa zona com maior (ou menor) risco de incêndio em 2026 e recebe recomendações práticas para gerir a vegetação. De acesso gratuito, a plataforma foi criada para traduzir informação técnica e dados de satélite em orientações simples, atuais e úteis para quem precisa de agir antes do período mais crítico de incêndios.
No verão de 2026, há cerca de uma centena de projetos dedicados à proteção da natureza e das florestas que procuram jovens voluntários para atividades que vão desde a inventariação de espécies de fauna e flora à vigilância florestal e sensibilização ambiental. As atividades, que decorrem de norte a sul de Portugal, integram o programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas.
Ao introduzir a localização do seu terreno na nova plataforma “A Minha Terra”, o proprietário fica a saber se a parcela se encontra numa zona com maior (ou menor) risco de incêndio em 2026 e recebe recomendações práticas para gerir a vegetação. De acesso gratuito, a plataforma foi criada para traduzir informação técnica e dados de satélite em orientações simples, atuais e úteis para quem precisa de agir antes do período mais crítico de incêndios.
Os decisores europeus devem considerar o aumento das perturbações florestais e integrar esse risco nas suas políticas e estratégias relacionadas com a floresta, a biodiversidade, a bioeconomia e a adaptação climática. A recomendação é feita pelo Instituto Florestal Europeu (EFI), na sequência de um estudo que projeta, até ao final do século XXI, um aumento entre 31% e 122% da área florestal anualmente afetada por perturbações severas, dependendo do cenário climático analisado.
Durante muitos anos, o carvalho-de-monchique foi, para a maioria dos portugueses, apenas mais uma árvore rara, escondida nas serras húmidas do sudoeste ibérico. Hoje sabemos que é muito mais do que isso: trata-se de uma das árvores mais ameaçadas da flora portuguesa e de uma verdadeira relíquia biogeográfica associada às florestas maduras e húmidas do sudoeste de Portugal. Estes ecossistemas únicos concentram, aliás, algumas das espécies mais raras e vulneráveis do país.
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