Os decisores europeus devem considerar o aumento das perturbações florestais e integrar esse risco nas suas políticas e estratégias relacionadas com a floresta, a biodiversidade, a bioeconomia e a adaptação climática. A recomendação é feita pelo Instituto Florestal Europeu (EFI), na sequência de um estudo que projeta, até ao final do século XXI, um aumento entre 31% e 122% da área florestal anualmente afetada por perturbações severas, dependendo do cenário climático analisado.
Saber o que plantar e onde plantar pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um projeto verde. Por isso, a Natural Business Intelligence – NBI lançou uma plataforma online, interativa e de utilização gratuita, que ajuda a identificar as espécies autóctones que melhor se adaptam a diferentes locais e tipos de habitat em Portugal continental. A plataforma Radici contempla, na sua versão inicial, 107 espécies de plantas herbáceas, arbustos e árvores.
A floresta continua a expandir-se na Europa, mas o ritmo de crescimento desacelerou, revela o novo relatório sobre o estado da floresta europeia em 2025. O documento indica também um crescendo de pressões relacionadas com o clima, que têm de ser incorporadas no planeamento e gestão florestal.
Um levantamento recente da biodiversidade nas florestas de Arouca, feito com recurso a vestígios de ADN ambiental, revelou a presença de 339 espécies ou géneros animais em zonas florestais de conservação e de 191 espécies ou géneros em zonas florestais de produção. Os dados sobre a sua presença e dinâmicas ajudam a traçar estratégias que favoreçam a diversidade a longo prazo em florestas geridas com diferentes objetivos.
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