O papel pode ser hoje utilizado para detetar uma bactéria numa embalagem de alimentos frescos, comunicar sem qualquer chip eletrónico ou substituir uma esponja de plástico no interior de uma caixa de transporte. Estas não são experiências distantes num laboratório remoto: são produtos (ou soluções/tecnologias) desenvolvidos em Portugal, a partir de fibras de celulose provenientes da nossa floresta.
Na AlmaScience – laboratório colaborativo (CoLAB) dedicado a materiais funcionais à base de celulose e à eletrónica verde – trabalhamos todos os dias para expandir as utilizações da celulose e do papel. A nossa convicção é simples: a floresta não é apenas a origem do papel que conhecemos. É, cada vez mais, a origem de uma nova geração de materiais que vai responder a desafios concretos da próxima década, da segurança alimentar à descarbonização da indústria, passando pela substituição progressiva de plásticos de uso único.






