Alterações Climáticas
Os desafios da floresta portuguesa são de ordem ambiental, socioeconómica e estrutural. Alterações climáticas, incêndios rurais, pragas, doenças e espécies invasoras cruzam-se com a fragmentação da propriedade, o abandono rural e a baixa rentabilidade da floresta. Estes e outros fatores podem ser mitigados com respostas integradas dos vários atores envolvidos no território.
Indicadores Florestais
A floresta cobre cerca de 23% do território belga – cerca de 700 mil hectares – e mais de 60% corresponde a zonas plantadas. As espécies nativas dominam, embora as exóticas representem já 45% da área florestal. Conheça as diferenças e semelhanças entre a floresta belga e a portuguesa, neste artigo em colaboração com Hannes Wilms.
Fogo
Nos últimos anos, tem aumentado o número de grandes incêndios que atingem as áreas rurais. Pela dimensão e intensidade do fogo, esta nova geração de incêndios dá origem a áreas ardidas mais extensas, com impacte socioeconómico significativo e perda de vidas.
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Biodiversidade
Estudos experimentais mostram que uma maior diversidade de espécies aumenta a probabilidade de haver algumas capazes de resistir a perturbações. Conheça, neste artigo em colaboração com Conceição Caldeira e Helena Quintans, como a biodiversidade constitui um seguro para estabilidade, produtividade e funcionalidade dos ecossistemas, incluindo o florestal.
Espécies Florestais
A camarinheira é uma das espécies mais emblemáticas das dunas e pinhais litorais portugueses, famosa principalmente pelo seu fruto: uma baga branca comestível – a camarinha – que lembra uma pérola. Conheça este pequeno arbusto que, apesar de crescer apenas na Península Ibérica, é ainda desconhecido de muitos portugueses.
Solo
No microbioma do solo, bactérias, fungos, nematoides e muitos outros seres vivem e interagem, criando um equilíbrio dinâmico que é vital aos ecossistemas terrestres, incluindo o florestal. Conheça com Cristina Cruz e Teresa Dias como diferentes perturbações, como a seca ou o fogo, podem fragilizar este equilíbrio e como podemos ajudar a restaurá-lo.
Indicadores Florestais
Quase um terço da área terrestre do planeta está coberta por floresta em 2025, o equivalente a 4,14 mil milhões de hectares, revela o novo relatório da FAO, que traça o retrato da floresta a nível global. A perda de áreas florestais continuou a abrandar nos últimos cinco anos, mas a redução mantém-se e o mundo tem menos 4,12 milhões de hectares de floresta do que em 2020.
Personalidades
Engenheiro agrónomo e silvicultor, investigador, estratega, técnico e divulgador, Joaquim Vieira Natividade deixou-nos contributos inéditos em várias áreas do saber. Animado de nobres ideais, trabalhou mais de 30 anos para modernizar a fruticultura e a subericultura, assim como para melhorar as condições de vida de quem a elas se dedicava.
Espécies Florestais
Em Portugal, as principais árvores plantadas para produzir papel são eucalipto e pinheiro-bravo. Na Europa e nos EUA, a maioria são coníferas – espruces e pinheiros – mas também há folhosas, como choupos e carvalhos. No Brasil e na China, os eucaliptos estão entre as mais representativas. O facto de nem todas as espécies se adaptarem às mesmas regiões bioclimáticas dita boa parte das diferenças.
Gestão Sustentável
Os povoamentos mistos – com a presença de mais do que uma espécie de árvore – poderão ser mais resilientes a pragas e doenças do que os povoamentos florestais puros, onde prevalece uma única espécie. Conheça os mecanismos biológicos que explicam este acréscimo de resistência, em colaboração com Manuela Branco.
Água
Alvo de crescentes pressões, principalmente resultantes das atividades humanas, muitos sistemas ribeirinhos encontram-se degradados e a perder as suas funções naturais. Conheça como o restauro fluvial pode ajudar a reverter esta perda de valor ecológico dos nossos rios e ribeiras, assim como algumas das intervenções que têm sido feitas em Portugal.
Botânica
Os filósofos da Antiguidade foram dos primeiros a dedicar-se ao conhecimento das plantas. Muitos séculos depois, os taxonomistas assumiram o desafio e hoje o seu trabalho permite identificar, classificar e nomear os diferentes seres vivos, um conhecimento essencial para preservar a biodiversidade, porque só podemos proteger aquilo que conhecemos.