Do total de empresas dedicadas à silvicultura, à exploração florestal e à transformação de madeira e cortiça em Portugal, a maioria encontra-se no Norte e no Centro e é nestas duas regiões que se concentra também a maior parte do emprego relacionado com a floresta. Juntas, agregam 62% das empresas e 77% do emprego. O Norte toma a dianteira em ambos os indicadores.
Os dados mais recentes disponibilizados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística referem-se a 2024 e dizem respeito às atividades indexadas à silvicultura e exploração florestal (incluindo os serviços que as apoiam) e às principais indústrias de base florestal: transformação de madeira, transformação de cortiça, produção de pasta, papel e cartão e fabrico de mobiliário (exceto colchões). Ainda assim, ficam de fora múltiplas atividades, desde a caça aos serviços ambientais e de turismo.
Globalmente, os dados do INE dão a conhecer que estas áreas de atividade congregam 18250 empresas, que têm ao seu serviço 98227 pessoas e que estão na origem de importantes dinâmicas socioeconómicas, em especial a norte do Tejo. A nível nacional são as indústrias de base florestal que trazem os principais contributos: quase 10 mil empresas e perto de 80 mil pessoas ao serviço, o que equivale a cerca de 11% do total de pessoas ao serviço da indústria transformadora em Portugal, em 2024.










