As árvores sustentam ecossistemas e fornecem-nos oxigénio, abrigo, sombra e alimento, ajudando também a regular a temperatura e a humidade. Além destes benefícios, muitas espécies são ainda fontes de compostos naturais bioativos que, ao longo da história, as tornaram reconhecidas como árvores medicinais.
Diferentes culturas usaram estas espécies para apoiar o seu bem-estar, aliviar sintomas ou complementar cuidados de saúde. Em alguns casos, esses usos tradicionais e utilizações contínuas são hoje reconhecidos pelas entidades reguladoras, como a Agência Europeia do Medicamento (EMA), que os valida como medicamentos à base de plantas ou medicamentos tradicionais à base de plantas.
Em paralelo, a ciência continua a aprofundar os perfis nutricionais e químicos das diferentes partes destas plantas e árvores medicinais, identificando biocompostos, mecanismos de ação, possíveis efeitos não desejados e interações com medicamentos. Em alguns casos, os resultados benéficos que lhes são atribuídos continuam a necessitar de estudos adicionais para compreender como atuam e determinar em que condições a utilização destes fitoquímicos é segura para o organismo humano.










